Num storyboard com IA, a consistência de um personagem vem de uma ficha de referência fixa por personagem, gerada uma única vez a partir de uma descrição escrita e anexada a cada quadro em que ele aparece. Um prompt mais longo não resolve, e gerar de novo até dar sorte também não. Aqui está o método em sete passos, e os jeitos como ele falha.
A ferramenta usada é o espaço de storyboard ligado ao roteiro do ScreenWeaver, onde a ficha é um objeto embutido e não uma pasta de imagens que você administra. O princípio vale para qualquer gerador de quadros que aceite imagens de referência. Se você ainda não fez uma passada completa, o passo a passo de um storyboard com IA a partir do roteiro cobre a cadeia inteira; este artigo fica no passo que todo mundo pula.
Por que os quadros derivam
Cada quadro é uma geração nova. O modelo não lembra do quadro 4 quando desenha o 5. Tudo o que ele sabe sobre sua protagonista vem do que você entrega desta vez.
Entregue prosa e você entrega uma faixa. “Uma mulher alta de uns cinquenta anos de casaco escuro” descreve milhares de mulheres e centenas de casacos, e cada quadro sorteia uma delas. O rosto passeia. O casaco muda de corte, comprimento e cor. No plano geral da cena 9, a equipe que lê o storyboard pergunta quem é a segunda mulher.
Entregue uma imagem e você entrega um ponto: um corpo, uma linha de cabelo, um casaco com um número exato de botões, copiados em vez de interpretados. O método inteiro é esse gesto: tirar a identidade do prompt, colocar numa imagem e garantir que a imagem esteja presente toda vez.
A animação resolveu isso há um século com o model sheet, um desenho do personagem de vários ângulos preso acima de cada prancheta para que cinquenta mãos desenhassem uma só pessoa. A ficha de referência do storyboard é o mesmo documento, gerado em vez de desenhado.
Passo 1: decida quem ganha ficha
Nem todo mundo. Uma ficha custa uma geração e alguns minutos de escrita, e um personagem que aparece num único quadro não deriva, porque não há do que derivar.
| Personagem | Ficha? | Por quê |
|---|---|---|
| Protagonista, na maioria das cenas | Sim, primeiro | Todos os quadros dependem dela |
| Coadjuvante, três cenas ou mais | Sim | A deriva aparece já na segunda cena |
| Ponta em duas cenas com visual marcante (uniforme, prótese, cabelo chamativo) | Sim | É esse visual que a equipe vai notar |
| Figurante de uma cena, em vários quadros | Geralmente | A consistência conta num plano e contraplano |
| Um quadro, sem fala | Não | Nada a manter |
Faça a mesma triagem para lugares e objetos. Uma locação recorrente precisa de ficha pelo mesmo motivo de uma protagonista, e um objeto do qual a trama depende precisa de uma se aparecer em close mais de uma vez. No ScreenWeaver, o painel de entidades à esquerda da aba Storyboard já lista os personagens, lugares e objetos tirados do roteiro, então a triagem é uma releitura.
Passo 2: escreva a descrição que gera a ficha
Tudo o que vem depois herda deste passo, e a maioria gasta noventa segundos nele.
No ScreenWeaver, cada entidade tem um moodboard com um bloco de texto de descrição fixado. O prompt da ficha lê esse bloco, e nada mais chega à geração: nem as falas, nem as rubricas, nem as notas de elenco que estão na sua cabeça. Se o bloco estiver vazio, a ferramenta avisa antes de gerar, porque uma ficha feita só com um nome é uma ficha feita com valores padrão.

O aviso de descrição fixada na aba Storyboard, reconstruído a partir do kit de interface do ScreenWeaver com os textos do próprio produto, setembro de 2026.
Leve o aviso ao pé da letra: cancele, escreva o bloco e só então gere.
O bloco traz fatos físicos, não caracterização. O modelo não sabe desenhar “orgulho ferido” e vai desenhar “meia-idade” de um jeito diferente a cada vez. Escreva o que uma figurinista e um produtor de elenco precisariam, em três ou quatro frases. Primeiro o corpo: sexo, idade pela década, altura, porte em termos nomeáveis. Depois a cabeça: comprimento, cor e corte do cabelo, tom de pele, barba, óculos. Depois cada peça de roupa com cor e material, os calçados e um detalhe marcante que o olho encontre num plano geral. Termine com o jeito como o personagem fica parado quando nada acontece.
O bloco de Noor, a personagem usada neste artigo:
Noor, mulher, uns cinquenta e cinco anos, alta e robusta, ombros largos. Cabelo grisalho bem curto, pele marrom-escura, sem óculos. Casaco ferroviário de lã azul-marinho até o joelho com botões de latão, faltando os dois de baixo, sobre um suéter cinza de gola redonda. Cachecol vermelho com um nó só no pescoço. Botas pretas de amarrar. Óculos de leitura pendurados numa correntinha no pescoço. Fica de pé firme, mãos nos bolsos do casaco.
Cada substantivo desse bloco é algo que um gerador pode copiar e um revisor pode conferir. As versões que falham:
| O que se escreve | Por que deriva | O que escrever |
|---|---|---|
| “Elegante, bem-arrumada” | Estilo é uma faixa, não uma peça | Nomeie as peças e as cores |
| “Meia-idade” | Vai de 35 a 60 na maioria dos modelos | “Uns cinquenta e cinco anos, cabelo grisalho bem curto” |
| “Atlética” | Nadadora ou lutadora? | “Alta, ombros largos, antebraços grossos” |
| “Olhar cansado, carrega um luto” | Emoção vai no texto de ação do quadro, não na ficha | Corte |
| “Parece um jovem Lázaro Ramos” | Semelhança com pessoa real é pouco confiável e um problema de direitos | Descreva os traços que você quer de fato |
| “Usa uma jaqueta” | Corte, comprimento e cor vão mudar a cada quadro | “Casaco de lã azul-marinho até o joelho, botões de latão” |
Se for difícil escrever do zero, a ficha de consistência de personagem com IA passa pelos mesmos campos (faixa de idade, rosto e porte, cabelo, figurino exato, um detalhe marcante) e monta um bloco para colar no moodboard. Ela foi feita para prompts de vídeo, mas os campos são os mesmos que uma ficha de storyboard precisa.
Um figurino por descrição. Se Noor usa o casaco nos atos um e dois e uma camisola de hospital no ato três, são duas fichas; o passo 6 explica como lidar com isso.
Passo 3: gere a ficha e leia como um model sheet
Gere a ficha pelo painel de entidades. Para um personagem, o prompt do ScreenWeaver pede quatro vistas de corpo inteiro numa mesma folha, na mesma escala e sobre a mesma linha de chão (frente, três quartos, perfil, costas), mais um close separado da cabeça em três quartos neutro, numa pose de pé neutra. A ficha é renderizada num estilo de previs propositalmente simples sobre fundo branco: formas simples, cor controlada, sem texto nem legendas.

Uma ficha de referência de NOOR, gerada para este artigo a partir da descrição acima com o mesmo modelo de prompt de quatro vistas e o mesmo modelo de IA que o ScreenWeaver usa, setembro de 2026.
Leia contra o bloco e duas coisas aparecem na hora. A pose neutra do modelo venceu “mãos nos bolsos”, o que está certo: a postura pertence ao quadro, e a ficha só precisa do corpo. E o casaco mostra três botões com lã sem botão embaixo, uma leitura possível de “faltando os dois de baixo” que valeria outra tentativa se esses botões importassem na tela. É esse o nível de atenção que a revisão pede.
O estilo simples é proposital. Um retrato fotorrealista com luz dramática seria tratado pelo gerador de quadros tanto como um estilo a imitar quanto como uma pessoa a copiar, e cada quadro herdaria aquela luz. Uma figura de previs no branco carrega a identidade e quase nada mais, que é o que uma referência deve carregar.
Revise a ficha antes de aceitar, com a descrição aberta ao lado:
- As quatro vistas concordam? Mesma altura, mesmo porte, mesmo cabelo de todos os ângulos. Se a vista de costas tem cabelo mais longo que a de frente, a ficha ensina duas pessoas ao gerador.
- Cada peça está lá? Conte os botões. Confira o cachecol. Ache a correntinha dos óculos. Um detalhe que falta na ficha vai faltar em todos os quadros e não volta pelo prompt.
- A silhueta se lê em miniatura? Aperte os olhos. Se Noor não é reconhecível como forma, não vai ser num plano geral.
- Tem algo que não está na descrição? Acessórios inventados, chapéu, bolsa: gere de novo. O que o modelo acrescenta aqui vira cânone para o storyboard inteiro.
Se a ficha falhar em algum ponto, não tente consertar nos quadros. Edite a descrição, gere a ficha de novo, revise outra vez. Duas gerações de ficha custam menos que uma cena gerada de novo.
A lista importa ainda mais quando o estilo sai da previs. Designs simples e estilizados são os mais frágeis: mude um boné ou uma orelha e o público vê outro personagem. Nosso método de desenho animado com IA mostra um model sheet de quatro vistas e quatro expressões levando uma raposa entregadora por todos os planos, e o guia de animação 3D com IA aplica o mesmo turnaround a personagens modelados e iluminados, em que uma luva que passa de borracha a couro quebra a ilusão antes do rosto.
Passo 4: cite a ficha em cada quadro em que o personagem está em cena
Uma ficha não faz nada até que um quadro a use. No ScreenWeaver, o texto de ação do quadro é o prompt, com uma única sintaxe: @ cita uma entidade e anexa a ficha dela à geração como referência. Digite @, escolha Noor, e a ficha viaja com o quadro.
O prompt do quadro passa então a ter uma instrução rígida: reproduzir exatamente o formato do rosto, as proporções, o cabelo, as roupas, a silhueta e a postura do personagem citado, sem redesenho, sem troca de figurino, sem acessórios acrescentados ou tirados. Você não escreve essa instrução: citar o personagem já a aplica.
A regra de citação é mais estreita do que o instinto diz. Cite Noor quando Noor estiver no quadro, e só então. Se falam dela, se ela está fora de quadro na mesma sala ou se o plano é o ponto de vista dela sobre outra pessoa, não cite. Citar um personagem que não está no quadro convida o modelo a colocá-lo lá.
E pare de descrevê-la de novo no texto de ação. O texto de ação é para o beat: Noor larga o livro de registro e agarra a alavanca de sinalização. Não: Noor, uma mulher alta de uns cinquenta anos de casaco azul-marinho, larga o livro de registro. A segunda versão dá ao modelo duas fontes de verdade, uma imagem e um parágrafo, e deixa ele fazer a média. Identidade fica na ficha, ação fica no texto. A mesma separação vale quando você escreve direto para um modelo de vídeo, como mostra escrever prompts de consistência em torno de uma referência.
Se você escreve em português, um cuidado útil: use sempre a mesma grafia do nome, acentos incluídos (Conceição, não Conceicao num quadro e Conceição no outro). A citação @ se apoia na entidade, mas uma variação de grafia no texto de ação pode fazer o modelo achar que é outra pessoa.
Um plano que cita uma ficha que ainda não existe volta marcado como bloqueado, e a passada automática não o renderiza até a ficha existir. Esse bloqueio é um favor: o quadro que você teria recebido é o que deriva.
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Start FreePasso 5: faça o teste dos três quadros antes de qualquer storyboard
Antes da passada em lote, antes da cena um, gere de propósito três quadros de Noor, nesta ordem:
| Quadro | Tamanho de plano | O que testa |
|---|---|---|
| 1 | Close, de frente | Rosto e cabelo. O teste mais fácil, e onde a maioria para. |
| 2 | Plano médio, em três quartos, fazendo algo com as mãos | Detalhes de figurino e porte numa pose real. |
| 3 | Plano geral, de costas, indo embora | Silhueta, comprimento do casaco, postura, cabelo de costas. Nenhum rosto para enganar. |
O quadro 3 é o que importa. Com uma boa ficha, os rostos hoje quase sempre seguram. Silhuetas e figurino são onde os storyboards ainda desmoronam, e um plano geral de costas é o único quadro em que nada distrai deles. Se o casaco de Noor ficou curto ou os ombros estreitaram, você descobriu pelo preço de três quadros em vez de trinta.
Julgue cada teste contra a ficha, não contra o teste anterior. Quando um falha, a correção quase nunca está no quadro: é uma descrição rala, uma ficha com vistas que não batem ou uma citação faltando. Volte um passo, corrija e refaça o teste. Só quando os três passam você abre a passada automática para o resto.
Passo 6: planeje as mudanças que devem acontecer
Personagens mudam de propósito. Ficam molhados, ensanguentados, mais velhos ou trocam de roupa. Planeje e o método aguenta; improvise e ele cai.
Troca de figurino é uma segunda ficha. Crie uma segunda entidade com nome sem ambiguidade (NOOR (CAMISOLA DE HOSPITAL), NOOR (CASAMENTO)), dê a ela uma descrição própria repetindo palavra por palavra o parágrafo de corpo e cabeça e trocando o de figurino, e cite a certa em cada cena. O parágrafo de corpo repetido é o que mantém a mesma pessoa entre as duas fichas.
Uma mudança dentro da cena vai no texto de ação e na cadeia de continuidade. Noor fica encharcada no plano 14 e continua assim a cena toda. Escreva “encharcada, cabelo grudado, casaco escurecido pela chuva” no texto de ação do plano 14 e ligue os planos 15 a 19 ao 14 com o campo Continues from. Um quadro em continuidade tem a instrução de manter figurino, marcação e luz do anterior e avançar só a ação, então o visual molhado segue sem ficha nova. Quando a cena acaba e ela está seca de novo, corte a cadeia e volte à citação simples.
Envelhecimento depois de um grande salto no tempo é uma segunda ficha, com o parágrafo de corpo reescrito de propósito em vez de copiado. Vinte anos são outra silhueta.
O que você não deve fazer é editar a descrição original para refletir o novo estado. Assim que você muda a ficha de onde Noor é construída, todos os quadros já gerados com ela ficam desatualizados, e você não vai lembrar quais.
Passo 7: trave a ficha
Quando o teste passa, a ficha está congelada. Anote a data ao lado do nome da entidade se ajudar. Daí em diante, três regras.
Quadros são gerados de novo, fichas não. Se um quadro deriva, gere de novo primeiro o quadro com a mesma citação. A maioria das derivas isoladas é um sorteio ruim, e outro sorteio com as mesmas entradas resolve.
Se a mesma deriva se repete em vários quadros, a causa é a ficha, e corrigir a ficha reinicia o storyboard. Aceite isso antes de fazer: uma ficha gerada de novo significa gerar de novo cada quadro que a cita, ou o storyboard terá duas Noors, uma por versão da ficha. Faça cedo ou não faça.
A ficha não é o lugar do estilo. Se o cliente quer um storyboard mais sombrio, isso é parâmetro do quadro, não uma ficha mais escura. A ficha continua chapada e simples para seguir funcionando quando o visual mudar.
Falhas comuns e o que realmente resolve
| O que você vê | Causa real | Correção |
|---|---|---|
| O rosto muda entre quadros | Sem ficha, ou ficha feita de uma descrição de uma linha | Escrever a descrição, gerar de novo a ficha e os quadros |
| O rosto segura, o casaco muda de comprimento ou cor | Figurino sem nome na descrição | Acrescentar cor, material e comprimento, gerar de novo a ficha |
| Duas versões do personagem na mesma cena | Ficha gerada de novo no meio do storyboard | Gerar de novo todos os quadros que a citam, ou voltar à ficha anterior |
| O personagem aparece num quadro em que não está | Citado num plano em que só falam dele ou em que está fora de quadro | Tirar a citação |
| O personagem falta num plano geral em que deveria estar | Não citado, ou citação não resolvida | Acrescentar a citação; o quadro avisa sobre citações não resolvidas |
| O personagem está certo, mas rígido e igual em todos | Texto de ação ralo, o modelo volta à pose neutra da ficha | Escrever a ação física no momento decisivo |
| Os quadros herdam um visual que você não pediu | Ficha gerada de novo com estilo, luz ou fotorrealismo | Manter a ficha no estilo simples padrão |
| Planos marcados como bloqueados | Os quadros citam fichas que não existem | Rodar primeiro a etapa das fichas de entidades que faltam |
O que a ficha não pode prometer
Uma ficha de referência faz o personagem ser reconhecido como a mesma pessoa de quadro em quadro, num estilo de previs feito para planejar. Ela não faz o personagem parecer um ator específico, e nem deve tentar. Um storyboard existe para a equipe ler encenação, cobertura e continuidade; a referência de tipos de plano para storyboard mostra o que cada quadro comunica, e semelhança não está na lista.
A ficha também não passa sozinha para as imagens finais. Vídeo gerado é outra cadeia, com kit de referências próprio, visual próprio e um problema de consistência mais duro depois de dez planos. Quando chegar lá, a deriva de personagens em vídeo com IA cobre essa fase. A descrição do passo 2, essa sim, vai junto, mais um motivo para escrevê-la bem logo de primeira.
E nenhuma ficha conserta um roteiro que não decidiu quem é o personagem. Se você não consegue escrever quatro frases sobre a aparência de Noor, o problema está antes do storyboard.
FAQ
Quantas imagens de referência um personagem precisa para um storyboard com IA consistente?
Uma ficha, desde que mostre o personagem de vários ângulos na mesma escala. A ficha de personagem do ScreenWeaver reúne frente, três quartos, perfil e costas, mais um close da cabeça, numa só imagem. Um retrato de frente não basta: o gerador precisa inventar as costas e o perfil, e vai inventar diferente a cada vez.
Por que a ficha tem estilo simples e não o visual do meu filme?
Para o gerador de quadros copiar a pessoa e não a luz. Uma ficha estilizada empurra clima, paleta e acabamento para cada quadro que a cita. Mantenha a ficha simples mesmo que o storyboard não seja.
Devo descrever o personagem em cada prompt de quadro além de citar a ficha?
Não. Cite a ficha e deixe o texto de ação para a ação. Descrever de novo dá ao modelo uma segunda fonte de verdade para fazer média com a imagem, e é dessa média que vem a deriva. A exceção é um estado temporário (encharcado, ensanguentado, de chapéu), que vai no texto de ação daquele plano e das continuações.
O que fazer quando um personagem troca de roupa no meio da história?
Crie uma segunda entidade com ficha própria, repita palavra por palavra a parte de corpo e cabeça da descrição, mude só o figurino e cite a que está na cena. Não edite a descrição original, senão todos os quadros já gerados com ela ficam desatualizados.
Um quadro saiu errado. Gero de novo o quadro ou a ficha?
Primeiro o quadro, com a mesma citação. Um sorteio ruim é normal. Se a mesma deriva aparece em três quadros, a ficha ou a descrição estão ralas, e corrigir significa gerar de novo todos os quadros que a citam. Por isso o teste dos três quadros vem antes da passada em lote, e não depois.
O método funciona fora do ScreenWeaver?
O princípio, sim: uma imagem de referência com várias vistas por personagem, criada a partir de uma descrição concreta, anexada a cada geração em que o personagem está no quadro, nunca descrita de novo em prosa e travada depois do teste. Em outras ferramentas você administra os arquivos de ficha e as citações à mão, e nada bloqueia um plano cuja referência falta, então a disciplina precisa vir de você.
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